Em agosto de 2008 inaugurou a rede social de inteligência competitiva, apesar de não ser a primeira iniciativa a Ibramerc inovou ao criar outras funcionalidades, como por exemplo, chats que acontecem quinzenalmente com profissionais da área. Outras funcionalidades são:
Centro de carreira;
Blogs;
Eventos ou cursos;
Vídeos;
Pesquisa;
A rede social não é nenhuma novidade, mas é imprescindível citar este tipo de ação num blog que fala sobre gestão da informação uma área que tem uma grande relação com inteligência seja competitiva ou de mercado.
Ontem estava vendo fantástico e passou uma matéria sobre um cemitério de aviões no deserto do Arizona. Embora todo mundo já tenha dito, vou ter que ressaltar: Os E.U.A. são um poderio bélico mundial.
Porém existe aquele famoso slogan “do que adianta potência sem controle”. Ok, os americanos possuem serviço de inteligência, conhecido como C.I.A. (Central Intelligence Agency) que pode dar todo o controle a potência estadunidense.
E qual a relação da C.I.A. como cemitério de aviões? Toda!
No final da matéria do fantástico o repórter falou que “Generais de países aliados dos Estados Unidos costumam andar pelo lugar à procura de equipamentos em boas condições. Mas é claro que o governo americano só autoriza a venda de alguns aviões e depende muito do comprador.“
Quem vocês acham que muitas vezes autorizam a compra?
Foi publicado na revista Aventuras na História de fevereiro de 2008 uma matéria intitulada “Nas Garras da Águia”. Esta matéria falava justamente sobre ações da C.I.A para conter governos considerados “perigosos”, muitas vezes as ações envolviam esquemas fantásticos de venda de armas. A ação que mais se caracteriza por isto é a de 1979.
Na época Irã e Iraque estavam em guerra e um grupo rebelde do Partido Sandinista havia tomado o poder na Nicarágua. Então, ao tempo que os E.U.A financiavam o Iraque, a C.I.A. vendia armas para o Irã e depositava o dinheiro numa conta na Suiça. Este dinheiro era de livre uso para um grupo, conhecido como Contras, que fazia frente ao novo governo na Nicarágua.
E qual a relação de tudo o que foi abordado com o blog? Mais uma vez toda!
A C.I.A. tem uma relação intrínseca com a história da Inteligência Competitiva que mais tarde será aprofundada neste blog. Caso tenha interesse acompanhe e lerá.
Para ler a matéria da globo, clique aqui.
Estou um pouco atarefado com trabalhos da faculdade ultimamente, então está um pouco díficil postar. Para não deixar de fazê-lo vou fazer um post rápido.
Você já parou para pensar no valor do Know how de uma instituição? E da vantagem competitiva criada para a empresa? E para a nação em que esta organização se encontra?
Pois é, os Venezianos antes de ser nação já pensavam!
Segue uma parte do esboço da primeira lei de patentes que data 1454:
“Se um trabalhador levar para outro país qualquer arte ou ofício em detrimento da República, receberá ordem de regressar; se desobedecer, seus parentes mais próximos serão presos, a fim de que a solidariedade familiar o convença a regressar; se persistir na desobediência serão tomadas medidas secretas para matá-lo, onde que que esteja.”
Depois de discussões um toque mais civilizado foi dado a lei que começou a vigorar em 1474.
Retirei o trecho de um evento intitulado “Propriedade Intelectual como fator de Inteligência Competitiva”.
Para ver a palestra em power point clique aqui.
É estranho começar a falar de Inteligência Competitiva (I.C.) sem apresentá-la, sem fazer um contexto e sem falar sobre sua história. Mesmo assim, no momento, irei poupá-los deste tipo de apresentação, vou falar sobre o uso e tendências de I.C.. Uma pesquisa do Future Group (não possuo a data) com 100 empresas norte-americanas constatou que as ferramentas mais usadas para o planejamento estratégico são:
Previsão Financeira;
Análise de Tendências;
Inteligência Competitiva;
Brainstorming;
Técnicas de Cenários.
Outra pesquisa da Fundação Dom Cabral (fresquinha de 2008), constatou que apenas 1.370 empresas usam a I.C., embora o número pareça pequeno o crescimento foi de 64% em relação aos dois anos anteriores. Conclusão, a I.C. pode estar em um grande crescimento, visto que o país ainda ocupa o 57° lugar no índice de crescimento competitivo.
É bem complicado dizer o que faz Gestão da Informação (G.I.), visto que é uma “matéria” multidisciplinar.
Para aqueles que não sabem G.I. baseia-se em três áreas do conhecimento, são elas:
Administração;
Tecnologia da Informação; e,
Ciência da Informação.
A definição por enquanto está bem básica, até porque o intuito do post é mostrar um video bem interessante que é propaganda do office 2007. Encontrei faz algum tempo, muito provavelmente já tenham visto. Mas além de encaixar-se em uma das possíveis práticas de G.I., quem viu (e faz ou fez G.I.) provavelmente lembrou do “ba” da Gestão do Conhecimento.
O “ba” é o ambiente facilitador para a Gestão do Conhecimento, algo que será abordado com mais profundidade em outros posts.
A Microsoft faz, a Gestão da Informação também faz!!!
Quem sou eu?
Cassius Busemeyer,
Estudante de Gestão da Informação - UFPR.
Desenvolvi pesquisa na área de Inteligência Competitiva, Cenários Prospectivos, Mapeamento de Competências Tecnológicas.